https://periodicos.ifs.edu.br/periodicos/caminhos_da_educacao_matematica/issue/feedCaminhos da Educação Matemática em Revista (Online)2025-12-24T12:27:55-03:00Prof. Laerte Fonseca, PhDlaerte.fonseca@ifs.edu.brOpen Journal Systems<p>Criado na versão online em 2014 pelo Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Matemática (GEPEM, 2008 - 1º grupo de pesquisa do IFS e na área em Sergipe) do Instituto Federal de Sergipe/IFS, sob a coordenação geral do Prof. Dr. Laerte Fonseca, também docente do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PPGECIMA/UFS), este periódico objetiva fomentar e difundir publicações a nível local, regional, nacional e internacional sobre temas relativos ao ensino e aprendizagem de matemática. Até o ano de 2018, a periodicidade das publicações era semestral e restrita ao campo da Educação Matemática.</p> <p>Entretanto, como o próprio nome “Caminhos” sugere, decidiu-se que a partir do segundo volume de 2018 a revista acolheria propostas alternativas advindas do Ensino de Ciências, como sendo estas possíveis rotas para acesso a potenciais estratégias pedagógicas. Essa iniciativa surgiu da compreensão de que existe nos bastidores epistemológicos dessas áreas vieses interdisciplinares que podem ser apreciados na forma de difusão de teorias e métodos importantes também para a Educação Matemática.</p> <p>A periodicidade é no mínimo <strong>semestral</strong> e as obras devem considerar importantes temáticas que, direta ou indiretamente, auxiliem novos olhares aos educadores matemáticos que, por sinal, constituem-se em uma comunidade aberta às discussões de naturezas plural, interdisciplinar e multidisciplinar.</p> <p><strong>ISSN 2358-4750</strong></p> <p><strong>Qualis CAPES: A4 - Ensino e Educação.</strong></p>https://periodicos.ifs.edu.br/periodicos/caminhos_da_educacao_matematica/article/view/2310História e Cultura Afro-Brasileira nos Currículos de Licenciatura em Química2025-12-18T18:41:15-03:00Nicole Pereira Martins de LIMAnicolepereira1804@gmail.comAdemir de Souza PEREIRAademirpereira@ufgd.edu.br<p>O estudo teve como objetivo analisar como a história e a cultura afro-brasileira aparecem no currículo da Licenciatura em Química da UFGD, considerando as orientações da Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER) e as experiências dos discentes de uma das disciplinas do curso. A pesquisa seguiu uma abordagem qualitativa, baseada na análise do Projeto Pedagógico de Curso (PPC) e na Análise Textual Discursiva (ATD) de registros de licenciandos participantes de uma formação sobre Letramento Racial. Os resultados mostram que, embora o PPC inclua referências à ERER e indique disciplinas para tratar do tema, sua presença no percurso formativo ainda ocorre de modo incipiente e pouco integrado às práticas de ensino. Os relatos dos estudantes apontam ausência prévia de discussões sobre racismo e cultura afro-brasileira no curso, além de destacar que a formação recebida provocou compreensões iniciais sobre o papel docente diante das desigualdades raciais. Conclui-se que a incorporação da ERER tem dependido, em grande parte, de iniciativas individuais dos docentes, o que reforça a necessidade de ampliar ações formativas.</p>2025-12-24T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 https://periodicos.ifs.edu.br/periodicos/caminhos_da_educacao_matematica/article/view/2311Práticas Antirracistas a partir da Educação em Ciências e Matemática2025-12-18T19:09:19-03:00Bruna Marques DUARTEbrunaduarte@ufgd.edu.brRhuan Guilherme Tardo RIBEIRObrunaduarte@ufgd.edu.brShalimar Calegari ZANATTAbrunaduarte@ufgd.edu.br<p>Este trabalho tem como objetivo analisar como práticas e metodologias antirracistas têm sido desenvolvidas no ensino de Ciências e Matemática, tomando como base produções acadêmicas brasileiras disponíveis na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD). Para isso, realizou-se uma Pesquisa Bibliográfica, utilizando-se uma busca no referido repositório, a partir dos termos “Educação antirracista” e “Educação em Ciências e Matemática”, resultando inicialmente em 35 trabalhos. Após leitura dos títulos, resumos, palavras-chave e, quando necessário, do texto completo, selecionaram-se produções que investigam ações antirracistas diretamente no contexto da sala de aula, excluindo estudos focados apenas na formação docente ou em análises teóricas sem intervenção prática, teve-se como escopo de trabalho 6 dissertações e uma tese. Após a verificação destes estudos foi possível identificar que, embora existam iniciativas significativas, às práticas antirracistas ainda são incipientes e frequentemente marcadas por desconhecimento das legislações, especialmente da Lei nº 10.639/2003 e da Lei nº 11.645/2008. Os estudos selecionados revelam ações decoloniais baseadas na Etnomatemática, no uso de jogos africanos, em práticas investigativas e em análises do cotidiano escolar que procuram valorizar conhecimentos tradicionais, combater o racismo estrutural e promover uma educação mais crítica e emancipatória. Constatou-se, contudo, que muitos docentes ainda carecem de formação teórica e metodológica para implementar tais práticas de modo sistemático. Diante disso, torna-se essencial fortalecer políticas de formação docente, ampliar práticas pedagógicas contextualizadas e integrar efetivamente a Educação das Relações Etnico-Raciais ao currículo são passos essenciais para consolidar uma educação verdadeiramente antirracista em Ciências e Matemática.</p>2025-12-24T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 https://periodicos.ifs.edu.br/periodicos/caminhos_da_educacao_matematica/article/view/2312Geometria africana, cultura amapaense e o ensino de matemática2025-12-18T19:38:26-03:00Jessé Passos NOITEjesse.p.noite@gmail.comElivaldo Serrão CUSTÓDIOelivaldo.pa@hotmail.com<p>Este estudo é direcionado por uma problemática que questiona como os padrões geométricos de origem africana e afro-brasileira, presentes na cultura amapaense, podem ser utilizados como recurso didático no ensino de Matemática de modo a contribuir para a valorização da diversidade cultural e para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem no espaço escolar. Diante deste contexto, a presente pesquisa tem por objetivo investigar como a geometria africana presente em manifestações culturais do Amapá pode subsidiar práticas pedagógicas no ensino de Matemática – Anos finais do ensino Fundamental. Para tanto, foi utilizado como método de pesquisa a revisão sistemática de literatura de caráter bibliográfico. Para a análise dos dados, foi utilizado a análise de conteúdo. Os resultados demonstram que as manifestações culturais afro-amapaenses, como os trançados de fibras, os padrões têxteis e a organização espacial de rituais, constituem um repertório profícuo para a abordagem de conteúdos geométricos formais, tais como simetrias, proporções, isometrias e tesselações.</p>2025-12-24T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 https://periodicos.ifs.edu.br/periodicos/caminhos_da_educacao_matematica/article/view/2313A necessária ampliação do conceito de racismo científico2025-12-18T23:52:24-03:00Paulo Gabriel Franco dos SANTOSpaulosantos@unb.brLucas MAIApaulosantos@unb.brSamuel Cesar MACHADOpaulosantos@unb.brRavenna Horana Alves da SILVApaulosantos@unb.br<p>Este estudo, de caráter teórico-conceitual, busca formular uma perspectiva de ampliação do conceito de racismo científico no que se refere ao seu conteúdo simbólico e concreto. A partir do diálogo com pesquisas nacionais que se apropriam e desenvolvem o conceito de racismo científico, buscamos evidenciar a importância da superação de sua apropriação reduzida a conceitos, ideias e alianças questionáveis, de modo a assumir a ciência como força produtiva e o racismo como força motriz ideológica, diretiva e organizadora da produção capitalista. Objetiva-se, com esta elaboração, contribuir com a área de ensino de ciências no sentido de aprofundar as abordagens antirracistas, ampliando o alcance das problemáticas e das zonas de compreensão e de ação pedagógica.</p>2025-12-24T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 https://periodicos.ifs.edu.br/periodicos/caminhos_da_educacao_matematica/article/view/2314A docência em Ciências e a Lei 10.639/2003 na Universidade Estadual do Ceará2025-12-19T00:17:18-03:00Wanderson Diogo Andrade da SILVAwanderson.andrade@uece.brMário Guilherme da Silva NOGUEIRAwanderson.andrade@uece.brManuel Bandeira dos SANTOS NETOwanderson.andrade@uece.br<p>O estudo teve como objetivo analisar como a educação para as relações étnico-raciais (ERER), a partir da Lei nº 10.639/2003, tem sido incorporada (ou não) aos cursos de Licenciatura em Ciências Biológicas, Física e Química da Universidade Estadual do Ceará (UECE). Foi realizada uma pesquisa documental, de abordagem qualitativa, tomando como material de análise 17 Projetos Político-Pedagógicos dos Cursos (PPPC), cujos dados foram organizados a partir de categorias a priori. Os resultados indicam que os cursos permanecem ancorados em uma racionalidade técnica, com currículos desatualizados e pouca articulação entre componentes específicos e pedagógicos. Apenas um curso apresenta disciplina obrigatória que aborda ERER, e menções ao tema em ementas, referências ou fundamentações legais aparecem de forma esparsa e contraditória. Em suma, os cursos investigados não atendem às exigências da legislação, oferecendo uma formação que não forma adequadamente os futuros professores de Ciências para promover uma educação antirracista.</p>2025-12-24T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 https://periodicos.ifs.edu.br/periodicos/caminhos_da_educacao_matematica/article/view/2315Etnomodelagem e Capoeira2025-12-19T00:38:52-03:00Elane Oliveira ROCHAoliveiraelane241@gmail.comZulma Elizabete de Freitas MADRUGAbetemadruga@ufrb.edu.br<p>Este artigo tem como objetivo analisar como aspectos culturais da capoeira podem dialogar com o ensino da matemática escolar, a partir da perspectiva teórico-metodológica da Etnomodelagem, tomando como eixo a valorização de saberes afrodiaspóricos e o cumprimento das Leis 10.639/2003 e 11.645/2008. O estudo constitui um recorte de uma pesquisa qualitativa de mestrado e baseia-se na análise de uma entrevista narrativa realizada com um professor/contramestre de capoeira, cujo discurso revela elementos identitários, filosóficos, organizacionais e técnicos característicos dessa prática ancestral. As falas do participante foram examinadas segundo procedimentos da análise de conteúdo, articulando as abordagens êmica, ética e dialógica da Etnomodelagem. Os resultados evidenciam que a capoeira é permeada por múltiplas racionalidades matemáticas implícitas em seus rituais, movimentos corporais, ritmos, instrumentos musicais e técnicas tradicionais de confecção artesanal. Mostram ainda que a interação dialógica entre conhecimento cultural e conhecimento acadêmico pode potencializar práticas educativas antirracistas, ampliando a presença das epistemologias africanas nos currículos de matemática. Os resultados apontam que a Etnomodelagem, desenvolvida com o contexto da capoeira, contribui para a decolonização do ensino, para a formação de estudantes críticos e para a valorização de saberes historicamente marginalizados, constituindo-se como estratégia possível para uma Educação Matemática comprometida com as relações étnico-raciais.</p>2025-12-24T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 https://periodicos.ifs.edu.br/periodicos/caminhos_da_educacao_matematica/article/view/2316Raça, Etnia e Ciências Biológicas2025-12-19T00:55:04-03:00Joaklebio Alves da SILVAjoaklebio.alves@professor.ufcg.edu.br<p>Este texto é de natureza teórica e coloca no centro da discussão as categorias <em>raça</em> e <em>etnia</em> a partir de uma abordagem histórica, enfatizando o papel das Ciências Biológicas na estruturação do racismo. Para tanto, foi realizada uma análise a partir de referências bibliográficas clássicas e contemporâneas, destacando as implicações para o Ensino de Ciências e Biologia na promoção da Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER). Assim, considera-se que, embora a categoria raça não esteja em uso na vertente biológica, prevalecendo à discussão dessa categoria pela ótica da Sociologia, os impactos do racismo científico ainda são evidentes na sociedade. No que se refere à Educação em Ciências, é preciso que o Ensino de Ciências e Biologia assuma seu compromisso social, ético e político na causa antirracista. Diante disso, é necessária a efetivação de processos de ensino e aprendizagem que reconheçam e problematizem o racismo bem como considerem a necessidade de promover uma educação antirracista por meio de abordagens didático-pedagógicas que dialoguem com a ERER nos currículos e nos cursos de formação de professores da área.</p>2025-12-24T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 https://periodicos.ifs.edu.br/periodicos/caminhos_da_educacao_matematica/article/view/2317Relações étnico-raciais, racismo recreativo e científico no ensino virtual de Ciências2025-12-19T01:34:27-03:00Fernando Rocha da COSTAfernando.costa@ufpi.edu.brGustavo Augusto Assis FAUSTINOgustavo_assis@discente.ufg.brMarysson Jonas Rodrigues CAMARGOfernando.costa@ufpi.edu.brAnna Maria Canavarro BENITEanna@ufg.br<p>A pesquisa aqui apresentada foi concebida e executada no âmbito de um projeto de letramento racial, o Afrocientista que buscou promover um deslocamento epistêmico no ensino de Ciências. Essa mudança foi orientada por debates sobre comunicação, ciência e a aplicação da Lei 10.639/03 no enfrentamento das desigualdades raciais no ensino de Ciências. O propósito doestudo consistiu em examinar e problematizar, no contexto do ensino virtual de Ciências, as articulações entre racismo recreativo e racismo científico com base nos pressupostos da Lei 10.639/03, envolvendo estudantes de escolas públicas situadas em territórios periféricos. Com base na pesquisa afrocêntrica, a intervenção pedagógica desenvolvida abordou tanto dimensões históricas quanto contemporâneas relacionadas à mídia, à ciência, às tecnologias e às expressões do racismo estrutural que incidem sobre populações africanas e afro-brasileiras. Os resultados permitem reconhecer que, mesmo diante das limitações impostas pelo ensino virtual, foi possível instaurar diálogos sobre o racismo recreativo e o racismo científico, bem como explorar suas conexões com práticas midiáticas, processos científicos e tecnologias. As discussões evidenciaram, ainda, que tais manifestações raciais não são episódicas, mas estruturais, e repercutem de modo profundo nas trajetórias históricas da população negra.</p>2025-12-24T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 https://periodicos.ifs.edu.br/periodicos/caminhos_da_educacao_matematica/article/view/2318Relações Étnico-Raciais e a Formação de Professores de Ciências Biológicas:2025-12-20T14:29:31-03:00Jonatha Anderson Fraga EGIDIOjonathaafegidio@gmail.comLeonardo Maciel MOREIRAleo.qt@hotmail.com<p>Este artigo analisou como as questões étnico-raciais são contempladas nas ementas do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas ofertado pelo Consórcio CEDERJ. Buscou-se compreender em que medida a formação inicial de professores de Ciências Biológicas incorpora conteúdos e perspectivas que dialogam com a educação antirracista. Tratou-se de uma pesquisa de natureza qualitativa, de caráter documental, fundamentada na análise das ementas e bibliografias presentes na matriz curricular do curso. Os resultados evidenciaram que apenas três disciplinas apresentam menções explícitas à temática, seja por meio de referências bibliográficas específicas ou por tópicos do conteúdo programático. Outras três disciplinas apresentaram menções implícitas, como diversidade cultural, perspectivas críticas de currículo e políticas de ação afirmativa, sugerindo espaços potenciais de discussão. No entanto, constatou-se a ausência de referências às relações étnico-raciais nas disciplinas específicas das Ciências Biológicas, como genética, evolução e educação ambiental, o que revela a tendência de restringir o debate ao campo pedagógico. Concluiu-se que, embora o curso investigado apresente avanços ao reconhecer a importância das RER, ainda há lacunas significativas a serem superadas para que a formação docente em Ciências Biológicas incorpore de forma transversal e crítica o compromisso com a educação antirracista.</p>2025-12-24T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 https://periodicos.ifs.edu.br/periodicos/caminhos_da_educacao_matematica/article/view/2319Contribuições das questões sociocientífica e do letramento racial para o ensino de ciências nos anos iniciais2025-12-21T00:17:31-03:00Wedson Jonas Barros SILVAwedonjonnas@gmail.comAdemir de Souza PEREIRAademirpereira@ufgd.edu.br<p>Este artigo tem como objetivo analisar em que medida a articulação entre Questões Sociocientíficas e Letramento Racial pode ser compreendida como uma abordagem crítica para o ensino de Ciências nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Do ponto de vista metodológico, trata-se de um ensaio teórico de natureza analítico-argumentativa, fundamentado em produções da Educação em Ciências, da Sociologia da Infância e dos estudos sobre relações raciais, com foco na infância como categoria social e epistêmica. Os resultados evidenciam que as Questões Sociocientíficas não se definem por conteúdos específicos, mas por seu caráter socialmente relevante, controverso e atravessado por valores, o que permite reconhecer as relações raciais como constitutivas de muitos problemas sociocientíficos vivenciados pelas crianças desde a infância, ou que podem levá-las a uma compreensão mais crítica das realidades sociais a partir das aulas de ciencias. Conclui-se que a articulação entre Questões Sociocientíficas e Letramento Racial não implica prescrição metodológica, mas oferece uma contribuição teórica relevante ao sustentar abordagens comprometidas com a formação crítica das crianças, reconhecendo-as como sujeitos produtores de sentidos e participantes de debates sobre problemas públicos desde os anos iniciais da escolarização.</p>2025-12-24T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 https://periodicos.ifs.edu.br/periodicos/caminhos_da_educacao_matematica/article/view/2321EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NO ENSINO DE CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA2025-12-24T09:48:35-03:00Ademir de Souza Pereiraademirpereira@ufgd.edu.br2025-12-24T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025